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| Vistos
de |
| Trabalho |
| para
Nova |
| Zelândia |
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Nota Importante:
Todas as informações contidas nesse tópico sobre vistos
para a Nova Zelândia, servem somente como um guia, e não
são informações oficiais, tão pouco garantimos que
estão corretas. Para informações oficiais e atualizadas,
consulte o website
oficial da Imigração ou o site
da Embaixada
da Nova Zelândia no seu país.
Qualquer
pessoa de qualquer nacionalidade e
que não seja da Austrália, precisa de um Visto ou Permit
para trabalhar em Aotearoa. Caso contrário, será considerado
um trabalhador ilegal, com direito a problemas, prisão, e
ou deportação. Mas para felicidade geral da nação, digo ao povo
que a Nova Zelândia tem um monte de opções para quem quer
ralar, trampar, trabalhar, se profissionalizar, ganhar pouco ou muito
din din (essa última é meio difícil) Ou ainda, simplesmente para adicionar
ao seu Curriculum, experiência de trabalho (duro)
internacional. No tópico sobre trabalho (neste site é claro),
já enrolamos linguiça sobre o Work
permit, como tira, etc e tal. Abaixo
descrevemos as outras opções para os que querem ter
Mansões, Jatos, Mulheres ou Homens, Jóias, Mordomias, Realizações
Pessoais, ou
para aqueles que querem quebrar as costas, colhendo Abóbora.
Working Holiday
- Conhecido pela nossa turma como "Parece
mais não é", pois parece que você vai passear
muito, mas no final rala como um condenado. Este
visto é permitido para alguns países. O Brasil ainda não foi
agraciado com a possibilidade deste visto, mas a Argentina, Chile, e o Uruguai
já foram. (não me pergunte porque, que eu não sei). Leia
mais sobre Working holiday no Portal Oceania ou
no
site da Imigração. |
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Temporary Work - Chamado
de
"rapidinha". Para quando a pessoa recebe uma oferta de
trabalho por um
curto período de tempo. Pode ser por causa de um evento,
show, demonstração, ou ainda porque o dinâmico
trabalhador é fera numa profissão qualquer, que
está em alta demanda na NZ. Ou ainda porque o
empregador não encontra um Kiwi habilitado ou
disposto a fazer o seuviço (com u mesmo). |
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Work to Residence -
Também conhecido como "Altar",
pois primeiro tem que ajoelhar para depois ser
abençoado. Neste caso, o aplicante tem que sem bom
para
cacete em alguma coisa (mesmo que seja Ballet) e de
preferência (mas não necessariamente) com uma oferta
de trabalho sólida tipo um contrato, por um
período de tempo. Depois
desse tempo, o brilhante trabalhador será agraciado
com pontos extras para solicitar uma Residência
Permanente. |
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Skilled Migrant - Mais
conhecido entre os íntimos como "entra querido", onde o aplicante tem
qualificações para exercer uma determinada
profissão
(de preferência as profissões em
demanda), que não seja gagá (depois de 55
anos nem viagra vai dar jeito) fale Inglês muito bem, e pega emprego mais fácil do que gripe
(e se
tiver uma oferta de emprego, as chances são 1000
vezes maiores). Nada mais é do que uma imigração
(com direitos plenos de trabalho). Leia mais sobre
imigração aqui. |
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Employee of a relocating company
- Conhecida como " Me chama que eu vou",
e serve para companhias que estão se mudando ou
abrindo filiais na Nova Zelândia levarem seus
destacados funcionários para ralar na terra das
longas nuvens brancas e dos dólares coloridos. |
Todos os
tipos listadas acima
são considerados Categorias de Visto/Permit para trabalhar
na Nova Zelândia, e cada qual tem uma documentação
para aplicações diferentes. O mais importante de tudo, é saber
que não pode trabalhar na Nova Zelândia sem um visto ou
Permit, e que com uma oferta de trabalho pode-se partir para
inúmeras alternativas, incluindo a de ficar lá para sempre,
se assim desejar. Consulte o site
da imigração para informações detalhadas sobre cada
uma delas e nos links de pesquisa (saiba
mais).
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Luizão
conseguiu um emprego de fotógrafo, e descobriu
porque os Maoris chamam a Nova Zelândia de
"Aotearoa", ou país das longas nuvens
brancas. Até hoje continua tentando sua primeira
foto. |
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